Logo Planmed

Goiânia - GO | Central de Atendimento (62) 3224-2808
Arquivo da Categoria "Informativos"

Xô aedes aegypti !!!

Postado por admin em 23/maio/2019 - Sem Comentários

mosquito

Mosquito Aedes Aegypti

O MOSQUITO

Aedes Aegypti é o mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya, zika vírus e da febre amarela urbana. Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produz é praticamente inaudível ao ser humano.

O macho, como de qualquer espécie de mosquito, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos às superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. No momento da postura são brancos, mas logo se tornam negros e brilhantes.

Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos. Se forem postos por uma fêmea contaminada pelo vírus da dengue, ao completarem seu ciclo evolutivo, transmitirão a doença.

Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco menos de 30 minutos. Em um período que varia entre sete e nove dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito: ovo, larva, pupa e adubo.

ciclo mosquito

O Aedes Aegypti põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva, como pneus. O mosquito pode procurar ainda criadouros naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores.

É um mosquito urbano, embora tenha sido encontrado na zona rural, para onde foram levados em recipientes que continham ovos e larvas. Próprio das regiões tropical e subtropical, não resiste a baixas temperaturas presentes em altitudes elevadas.

Estudos demonstram que, uma vez infectada – e isso pode ocorrer em uma única inseminação -, a fêmea transmitirá o vírus por toda a vida, havendo a possibilidade de, pelo menos, parte de suas descendentes já nascerem portadoras do vírus.

As fêmeas preferem o sangue humano como fonte de proteína ao de qualquer outro animal vertebrado. Atacam de manhãzinha ou ao entardecer. Sua saliva possui uma substância anestésica, que torna quase indolor a picada. Tanto a fêmea quanto os machos abrigam-se dentro das casas ou nos terrenos ao redor.

DENGUE
De origem espanhola, a palavra significa “manha”, “melindre”, estado em que se encontra a pessoas doente.

É uma doença infecciosa febril aguda que pode se apresentar de forma benigna ou grave. Isso vai depender de diversos fatores, entes eles: o vírus e a cepa envolvidos, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme).

A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti. Não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

O doente deve apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.

É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose, e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.

FEBRE CHIKUNGUNYA
Também transmitida pela fêmea do mosquito Aedes Aegypti, foi identificada pela primeira vez na Tanzânia, em 1952. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, desde 2005 quase 2 milhões de casos foram informados na Índia, na Indonésia, nas Maldivas, em Mianmar e na Tailândia. Houveram epidemias da doença na ilha francesa de Reunião, a leste de Madagascar, em 2006, e no norte da Itália em 2007.

Em 2004, cerca de 60% dos habitantes da ilha Reunião, um departamento francês no Oceano Índico, foi infectado. A doença deixou a população debilitada e afetou gravemente a economia. Ninguém podia sair de casa para trabalhar, estudar ou consumir. Houveram 266 mil casos e apenas 256 mortes – o que significa uma taxa de letalidade de 0,1%. Mais tarde, na epidemia indiana de 2006, houveram 1,3 milhão de casos e nenhuma morte. Os caribenhos, acostumados às agressões do vírus, dizem que o Chikungunya não mata, mas aleija.

Os sintomas da Chikungunya são:

Febre – Alta e de início imediato. Quase sempre ocorre.
Dores nas Articulações – Dores intensas e presentes em quase 90% dos casos.
Manchas na Pele – Podem ocorrer nas primeiras 48 horas
Coceira – Ocorre em 50% e 80% dos casos e com intensidade leve.
Vermelhidão nos Olhos – Pode ocorrer.

ZIKA VÍRUS
Também transmitida pela fêmea do mosquito Aedes Aegypti, é um arbovírus transmitido por artrópodes, como os insetos. Conhecido pela sigla ZIKV é parente dos causadores de outras doenças, como a dengue, a febre amarela e a febre ocidental do Nilo.

Originária da Floresta Zika, na Uganda, foi isolado em macacos Rhesus em 1947, pela equipe do cientista GW Dick. Por 50 anos, o vírus causou surtos esporádicos e poucos casos em humanos eram conhecidos.

No Brasil, no começo de 2015 autoridades da saúde de Natal, no Rio Grande do Norte, notaram a presença de uma síndrome que lembrava os sintomas da dengue. Os exames sorológicos deram negativo para o vírus da dengue e da febre chikungunya. Em março, o Instituto Oswaldo Cruz analisou amostras de sangue de pacientes com a síndrome e identificaram o Zika Vírus. A genética do vírus encontrado em pacientes brasileiros sugere que ele é o mesmo que causou epidemias nas ilhas do Pacífico. Os pesquisadores da Fiocruz, autores do estudo que identificou os primeiros casos de transmissão no Brasil, sugerem que uma possível explicação para a entrada do Zika no país tenha sido a presença de turistas durante a Copa de Mundo de 2014.

A maioria dos é assintomática, mas às vezes o vírus pode causar dor de cabeça e nas articulações, vermelhidão e dor atrás dos olhos, febre baixa por 3 a 7 dias, vômitos, manchas vermelhas e coceiras.

7 CURIOSIDADES SOBRE O AEDES AEGYPTI E COMO FAZER SUA PARTE PARA SE LIVRAR DO MOSQUITO

Veja a lista com as curiosidades sobre o Aedes Aegypti e como se prevenir, evitando as doenças acima descritas:

1. As fêmeas do mosquito são as únicas que picam os humanos, pois precisam do sangue para maturar seus ovos;
2. Elas, geralmente, preferem picar pessoas que usam cores escuras e possuem alguns odores, como chulé;
3. As fêmeas também são capazes de botar até 500 ovos e picar 300 pessoas durante a vida, que dura de 30 a 45 dias;
4. O Aedes Aegypti tem atuação mais intensa das 08:00 às 16:00 horas, pois é totalmente doméstico e adaptado aos hábitos dos seres humanos;
5. As mulheres são mais vulneráveis às picadas do mosquito, devido ao vestuário que deixa partes do corpo mais expostas, como vestidos e saias;
6. Ambiente da casa úmidos, escuros e sombreados são os preferidos do Aedes Aegypti;
7. O Aedes põe seus ovos em água parada em qualquer local por mais de três dias, limpa ou suja.

PREVENÇÃO CONTRA O AEDES AEGYPTI

A melhor forma de evitar que o mosquito se prolifere e transmita doenças é o combate à água parada. O mosquito coloca em risco a saúde de toda a comunidade. Por isso, faça sua parte vistoriando o seu quintal e dentro de sua casa.

CHECK LIST CONTRA O AEDES EGYPTI

Aparadores de água de filtro Escoadouros de áreas externas Área de descarte de sacos de lixo
Hortas e vasos em janelas e sacadas Bandejas de ar condicionado Caixas d’água sem tampa
Banheiros/Instalações sanitárias Lonas de cobertura Marquises e telhados
Piscinas, fontes e espelhos d’água Depósitos de água Sucatas
Reservatórios de água Caixas de passagem de água Lajes
Casas de máquina de elevadores Tanques, pias e ralos Geral de áreas externas
Muros com cacos de vidro Calhas Objetos abandonados no tempo

EXAMES E PROCEDIMENTOS COBERTOS PELOS PLANOS DE SAÚDE

DENGUE
Os testes rápidos, a sorologia Elisa (IgG e IgM) e o Antígeno NS1 têm cobertura obrigatória prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Além desses, outros exames complementares também podem ser utilizados para o diagnóstico da dengue e são cobertos pelos planos, como: hemograma, contagem de plaquetas, prova do laço, dosagem de albumina sérica e transaminases, além de radiografia de tórax, ultrassonografia de abdome e outros exames, conforme necessidade (glicose, ureia, creatinina, eletrólitos, gasometria, TPAE e ecocardiograma). Os exames têm cobertura obrigatória para todos os beneficiários de planos de saúde, sem restrições.

ZIKA VÍRUS
Os exames devem ser assegurados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika. Os exames previstos são o PCR (Polymerase Chain Reaction), para detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IgM, que identifica anticorpos na corrente sanguínea; e o IgG, para verificar se a pessoa já teve contato com zika em algum momento da vida. Os exames têm cobertura obrigatória apenas para os beneficiários de planos de saúde citados acima.

CHIKUNGUNYA
A sorologia Elisa (IgG e IgM) têm cobertura obrigatória, prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, para todos os beneficiários de planos de saúde, sem restrições.

 

aspectos clinicos da dengue

Campanha alerta para cuidados com a saúde mental

Postado por admin em 20/maio/2019 - Sem Comentários

Transtornos de ordem mental podem ser tratados com trabalho multidisciplinar, aliviando o sofrimento de quem sofre com as doenças.
Em sua sexta edição, a campanha Janeiro Branco tem o objetivo de reforçar a importância do cuidado com a saúde mental. Segundo dados da OMS, são 300 milhões de pessoas sofrendo de depressão, 60 milhões com transtorno bipolar e 23 milhões com esquizofrenia em todo o mundo. Ainda de acordo com dados da OMS, em países com renda baixa, entre 76% e 85% das pessoas com transtornos mentais não recebe tratamento adequado. A campanha é um alerta para a importância de se falar sobre o assunto.
Além disso, a mobilização tem foco na valorização do trabalho dos psicólogos – em conjunto com uma equipe multidisciplinar – quando se fala em prevenção e em tratamento. “O psicólogo tem a capacitação e conhecimentos específicos da ciência psicológica, que aborda exatamente as questões comportamentais, subjetivas e relacionais humanas”, afirma o idealizador da campanha, o psicólogo Leonardo Abrahão (CRP-04/36232).
O especialista explica, ainda, que é preciso desmistificar a crença de que a busca por profissionais deveria ocorrer apenas por quem está em sofrimento severo ou possui algum diagnóstico de transtorno mental, e reforça a importância da intervenção “na prevenção, no acolhimento, resolução de conflitos e no desenvolvimento de pessoas.” A saúde mental pode estar também relacionada a diversos fatores do dia a dia como: casos de violência, questões ligadas ao mundo do trabalho e relações sociais disfuncionais. Vale ressaltar que casos de ansiedade, depressão e outros transtornos mentais podem ser tratados, aliviando o sofrimento.
A escolha do mês de janeiro e da cor branca se deve ao fato de as pessoas aproveitarem o primeiro mês do ano para realizar um balanço de suas ações e de sua saúde. “Escolhemos o mês de janeiro para a mobilização pelo fato de que no início do ano as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos, e, a cor branca, pois, como em uma tela em branco, queremos incentivá-las a desenhar novas possibilidades em suas vidas”, explica. Como parte da campanha, durante o mês de janeiro diversas ações de conscientização serão realizadas em todo o país.

Estudo mostra por que devemos explicar benefícios de alimentos a crianças

Postado por admin em 13/maio/2019 - Sem Comentários

Reza uma das histórias mais queridas de especialistas em alimentação do mundo todo que quando as tiras do marinheiro Popeye surgiram, na década de 1930, o consumo de espinafre disparou entre crianças. Seria mesmo eficaz relacionar os benefícios dos alimentos de forma lúdica? Um estudo publicado nesta semana na revista científica Journal of Nutrition, Education and Behavior garante que sim.

Explicar para as crianças os benefícios de cada alimento é uma estratégia eficaz para fazer os pequenos comerem de forma mais saudável. A conclusão é de um estudo da Universidade Estadual de Washington e da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores descobriram que frases como “se você comer lentilhas, vai ficar mais forte e correr mais rapidamente” eram mais eficientes para convencer crianças a comerem do que apenas oferecer os alimentos sem nenhuma explicação.
Roberta Jansen e Ana Paula Niederauer, O Estado de S.Paulo
09 de maio de 2019 | 03h00

Reza uma das histórias mais queridas de especialistas em alimentação do mundo todo que quando as tiras do marinheiro Popeye surgiram, na década de 1930, o consumo de espinafre disparou entre crianças. Seria mesmo eficaz relacionar os benefícios dos alimentos de forma lúdica? Um estudo publicado nesta semana na revista científica Journal of Nutrition, Education and Behavior garante que sim.

Explicar para as crianças os benefícios de cada alimento é uma estratégia eficaz para fazer os pequenos comerem de forma mais saudável. A conclusão é de um estudo da Universidade Estadual de Washington e da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos.

Estudo mostra por que devemos explicar benefícios de alimentos a crianças

Rosana oferece verduras e aposta no diálogo com os filhos Vinícius, de 4, e Gustavo, de 9 anos Foto: Hélvio Romero/Estadão
Os pesquisadores descobriram que frases como “se você comer lentilhas, vai ficar mais forte e correr mais rapidamente” eram mais eficientes para convencer crianças a comerem do que apenas oferecer os alimentos sem nenhuma explicação.

PUBLICIDADE

O trabalho revela que há o dobro de chance de as crianças aceitarem as comidas mais saudáveis quando são informadas sobre os benefícios em termos que possam entender.

“Toda criança quer ser forte, rápida, pular mais alto”, diz a principal autora do estudo, Jane Lanigan, professora do Departamento de Desenvolvimento Humano da Universidade Estadual de Washington. “Com esses argumentos, as comidas ficam mais atraentes.”

A primeira infância é um período crítico para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis. Mas, em um mundo repleto de ofertas de fast-food e doces, a maioria das crianças tem dificuldade de aceitar algumas refeições.

Para entender a importância da informação agregada, os especialistas ofereceram alimentos saudáveis a um grupo de 87 crianças de 3 a 5 anos. Antes de o experimento começar, pediram às crianças que informassem o quanto gostavam de quatro comidas: pimentão, tomate, quinoa e lentilha. Durante as seis semanas da experiência, os pesquisadores ofereceram os alimentos que as crianças menos gostavam com informações sobre os benefícios. Os demais alimentos eram oferecidos sem nenhuma explicação.

“Um mês depois do fim do experimento, descobrimos que as crianças estavam comendo o dobro dos alimentos sobre os quais receberam explicações, em comparação com os demais”, afirmou Jane.

A pesquisadora, que tem dois filhos, disse que poderia ter feito as coisas de forma diferente, se tivesse as informações que têm hoje. “Muitas vezes dizemos aos pais o que as crianças devem comer, mas não como fazê-las comer. E isso é muito importante.” O horário das refeições, diz, é um bom momento para que os pais estimulem a exploração de diferentes alimentos.

Exemplo
O pediatra Roberto Cooper, da Universidade Estácio de Sá, diz que a conversa com a criança é sempre crucial. Mas, segundo ele, o exemplo da família também é importante. “Não dá para cobrar da criança uma alimentação saudável, se a família não come de forma saudável. O exemplo de casa é anterior à explicação. Estamos falando de crianças de 1 ano e meio, que nem falam.”

Realista, Cooper ressaltou também a competição desleal da alimentação saudável com a multimilionária indústria dos alimentos processados.

“A verdade é que existe uma pressão muito grande para comer comida processada, industrializada, sobretudo entre as classes sociais menos favorecidas: esses alimentos são baratos e são práticos”, disse o pediatra. “É uma competição desleal.”

A profissional de Educação Física Luciana Tella, mãe de Letícia, de 2 anos, sabe da importância do exemplo. Ela conta que a alimentação saudável é seguida tanto em sua casa como na dos avós. “Procuramos sempre comer salada, legumes e poucas frituras – e mais assados.”

Ela conta que o prato de almoço e jantar de Letícia é composto por legumes, salada, arroz integral, feijão, carne ou frango. “Nós servimos o pratinho dela. Ela escolhe o que ela quer comer. Se ela não quiser comer, a gente não força, mas também não oferecemos nada de diferente. A refeição dela é igual a nossa”, explica Luciana.

Mãe de Gustavo, de 9 anos, e Vinícius, de 4, a empresária Rosana Venceslau também aposta no incentivo em casa, principalmente para o caçula, mais seletivo. Nesta Páscoa, aproveitou para falar da cenoura. “Para você correr como o coelhinho corre e enxergar bem igual ao coelhinho, tem de comer cenoura”, disse a Vinícius. “Ele prestou atenção e consegui convencê-lo”, garante.

Rosana conta que durante as refeições há sempre legumes e verduras. “Tem de abrir o leque de opções para a criança experimentar e sentir os diferentes gostos”, explica.

Já o empresário Marco Antônio Barone Morales diz que tem dificuldade de mudar o hábito alimentar de sua filha Sofia, de 5 anos.A família tenta introduzir alimentos menos calóricos e mais saudáveis. “A Sofia não come guloseimas e nem costuma repetir o prato. Aos pouquinhos, a gente consegue introduzir um legume, uma fruta. Mas na maioria das vezes ela fica com nojo, tem ânsia de vômito e joga fora”, disse Morales.

PRESTE ATENÇÃO

1. Dê o exemplo. Se a família toda só come pizza, vai ser difícil convencer os mais novos a comer brócolis ou outros vegetais.

2. Selecione. Evite dar para as crianças os alimentos processados. Os pequenos não compram nada. Então, não ofereça nem leve os produtos para casa.

3. Explique. O novo estudo mostra que é importante contextualizar, dizer para a criança as vantagens dos alimentos, em uma linguagem que ela possa entender.

O que fazer para prevenir a obesidade infantil?

Postado por admin em 09/maio/2019 - Sem Comentários

Oferecer às crianças alimentos saudáveis e incentivar a prática de brincadeiras, esportes e atividades físicas ajudam na prevenção da obesidade infantil.
O-que-fazer-para-prevenir-a-obesidade-infantil

Foi-se o tempo em que criança gordinha era sinônimo de saúde. Atualmente, a obesidade infantil é preocupação para pais e médicos e é um dos maiores problemas de saúde pública a ser enfrentado.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que uma em cada três crianças brasileiras com idade entre cinco e nove anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O que é obesidade infantil?
A OMS considera a obesidade uma epidemia mundial causada principalmente por maus hábitos alimentares e falta de atividade física. A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de peso e costuma ser causada pela associação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais.

Quais são as causas da obesidade infantil?
Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade infantil. A nutricionista Viviane de Castro Teixeira Alvarenga explica que a causa da doença é multifatorial. “A obesidade infantil está associada à uma combinação de fatores de exposição das crianças a um ambiente obesogênico (que favorece comportamentos relacionados à ingestão de alimentos densamente calóricos e sedentarismo), comportamentos inadequados e respostas biológicas a esse ambiente. Muitas crianças hoje estão crescendo em ambientes que incentivam o aumento de peso e a obesidade”, afirma.

Com a globalização, a urbanização, o aumento da renda, a adoção de modos de vida mais sedentários, a exposição ao ambiente obesogênico é aumentada em todos os grupos socioeconômicos. Segundo a OMS, o aumento da obesidade infantil decorre da alteração na disponibilidade e tipo de alimento consumido, associada a um declínio na atividade física da criança, que resulta em desequilíbrio energético.

Como consequência desse aumento, são observadas repercussões importantes como o desenvolvimento precoce de doenças crônicas como resistência à insulina, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, distúrbios psicológicos e obesidade na vida adulta.

O que deve ser feito para evitar a obesidade infantil?

Os hábitos alimentares das crianças são formados ainda na barriga da mãe e se estendem nos primeiros anos de vida. Para evitar que se tornem adultos com excesso de peso (obesos ou com sobrepeso), os pais devem contribuir para que seus filhos tenham uma alimentação adequada e saudável.

A gestante deve optar por alimentos saudáveis, limitar o consumo de alimentos processados e evitar alimentos ultraprocessados. Saiba o que são alimentos processados e ultraprocessados no Guia Alimentar para a População Brasileira, disponível para download.

Antes dos dois anos, os pais não devem oferecer açúcar e alimentos ultraprocessados para seus filhos. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2013) apontam que 60,8% das crianças menores de 2 anos comem biscoitos ou bolachas recheadas. Também devem manter distante dos pequenos suco de frutas e comidas industrializadas e refrigerantes.

Viviane recomenda ainda que seja evitado desde cedo o contato com realçadores de sabor e adoçantes artificiais. “A alimentação deve ser baseada em alimentos in natura e minimamente processados”, ressalta.

Atividade física ajuda no combate à obesidade infantil?
A prática de atividades físicas é fundamental para todas as etapas do desenvolvimento infantil e auxilia no equilíbrio do balanço energético e, consequentemente, na prevenção e tratamento da obesidade e de doenças relacionadas à obesidade nesta fase da vida.

“As crianças devem fazer exercícios com o corpo e não só com a mente e os dedinhos”, alerta a nutricionista, sobre a quantidade de horas que os pequenos gastam na frente de tablets e computadores. Além de evitar doenças crônicas, as atividades físicas auxiliam na melhora do rendimento escolar.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 1,9 bilhão de pessoas estão acima do peso e 600 milhões são obesas. Para enfrentar essa situação, que permeia toda a população em todas as idades, em 2017 o governo brasileiro assumiu como compromisso atingir três metas para reduzir a obesidade.

A primeira delas é deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional. A segunda pretende reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019. A última objetiva ampliar em, no mínimo, 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente, até 2019.

Qual é o melhor filtro de água?

Postado por admin em 29/abr/2019 - Sem Comentários

Não faltam opções de equipamentos para filtrar a água em casa. Perfilamos os principais e explicamos as diferenças entre eles.
Já se foi o tempo em que a única opção de água para beber é a que sai da torneira. Hoje, você pode ir ao mercado e escolher a mineral, com gás, aromatizada… E cada uma possui especificidades a serem observadas no momento da compra. Mas claro: também há a opção de comprar um filtro.
A questão é: qual? SAÚDE listou os principais tipos de equipamentos purificadores e mostra quais são as diferenças entre eles:

Filtro de barro
Remete à casa de vó, não? Pois saiba que ele é eficiente na remoção de sujeiras e alguns micro-organismos. Seu sistema de filtragem é baseado na gravidade. Quer dizer que a água vem de cima e passa por uma vela, que é o elemento filtrante.

Há versões que possuem carvão ativado, responsável por tirar o cloro e odores. Recomenda-se descartar os primeiros litros da bebida, já que servem para limpar o filtro e ativar a vela.
José Albuquerque, do Instituto Vital Brazil (RJ), frisa que o primeiro passo para ter um equipamento apropriado, de barro ou não, é buscar o selo do Inmetro. E, claro, respeitar a manutenção.

Acoplado à torneira
Diferentemente do filtro de barro, esse funciona por um sistema de pressão. Assim, elementos indesejados não passam. Com ajuda do carvão ativado, também retira excesso de cloro.

Paulo Galina, gerente de marketing da marca Lorenzetti, conta que esse modelo é adequado sobretudo para cozinhas menores, já que não requer um ponto específico. E, como filtra até 1 500 litros, cai bem para famílias pequenas.

Assim como qualquer outro equipamento, é crucial obedecer o tempo de substituição do refil para que a água continue saindo limpinha. “Nem precisa de técnico para a troca”, diz.

Purificador de bancada
Outro que limpa a água por meio de um sistema de pressão. “São produtos mais robustos, com uma variação de capacidade de filtragem entre eles”, conta Renata Leão, diretora de Negócios Água da Whirlpool. A classificação vai de P1 a P6, sendo que, quanto menor o número, melhor.

Esses equipamentos costumam agregar outras funcionalidades, como oferecer água gelada e até quente. Segundo Antonio Bernardes, gerente da categoria home comfort da Electrolux Brasil, há modelos que contam com luz ultravioleta, que seria uma garantia extra contra vírus e bactérias.
Purificador com ozonizador
O grande diferencial desse aparelho, que também demanda mais espaço, está na geração de ozônio. Esse agente teria uma habilidade especial de esterilizar a água. Após esse processo, o elemento sairia de cena. Até porque, em concentrações elevadas, ele tem potencial cancerígeno.

Para Albuquerque, como não dá para ter total controle sobre esse aspecto, o ideal seria não arriscar. “O ozônio não é fundamental”, afirma. “Se você tiver um filtro comum de boa qualidade e fizer as trocas constantes do elemento filtrante, já é suficiente”, raciocina.

O clássico bebedouro
Em vez de um filtro, você curte mais a ideia de investir em um bebedouro onde possa acomodar um galão de água mineral? Tudo bem. Só fique atento a alguns cuidados. Renata indica uma limpeza com água morna e detergente antes do primeiro uso — fora a higienização periódica.

Ao comprar o galão, Bernardes considera indispensável conferir a data de validade e de envasamento, além da situação do lacre. “E a água deve estar rotulada”, destaca Lancia, da Abinam. Caso alguma dessas características deixe a desejar, ele recomenda devolver o galão e avisar o local da compra.

Comercial
Teleagendamento
Messenger
Contatos