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Adulto deve tomar a vacina do sarampo?

Postado por admin em 15/jul/2019 - Sem Comentários

A vacinação contra o sarampo, uma infecção altamente contagiosa, está disponível na rede pública até os 49 anos. Mas quem precisa tomar as doses?

Os surtos do sarampo em algumas cidades brasileiras levantam a dúvida: afinal, os adultos também devem tomar a vacina? Bem, teoricamente qualquer indivíduo que foi vacinado a partir do primeiro ano de vida no esquema de duas doses com intervalo mínimo de 30 dias entre elas não precisa de uma nova injeção.

Só que nem todo mundo foi imunizado assim no passado. “A vacina contra o sarampo está disponível desde a década de 1970 na rede pública, mas era aplicada aos 9 meses de idade. E, hoje, essa dose não entra na conta por ser menos efetiva”, comenta o médico Juarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim).

Ou seja, com exceção de quem possui comprovação de que se protegeu adequadamente, o indicado é voltar ao posto de saúde para um reforço da dose. “Como boa parte das pessoas não possui mais a carteirinha de vacinação, o ideal seria vacinar novamente”, aponta o médico.

Outro ponto importante: os brasileiros que já foram infectados com o vírus do sarampo não precisam tomar a vacina, porque a imunidade decorrente da invasão persiste para o resto da vida. A questão é que essa doença pode ser confundida com outras em virtude de sintomas similares.

Ou seja, como saber de fato que você teve sarampo e não outro problema, como a catapora? Um exame de sangue pode responder essa pergunta. No entanto, se estiver na dúvida, a vacina é indicada.

Como os adultos devem tomar a vacina do sarampo
Pessoas com até 29 anos podem tomar a versão tríplice viral (que protege ainda contra caxumba e rubéola) nos postos da rede pública de saúde de todo o país em duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Dos 30 aos 49 anos, ela é aplicada em uma dose, exceto para profissionais de saúde, que devem receber as picadas duas vezes.

Em São Paulo, há atualmente uma campanha que foca em jovens dos 15 aos 29 anos – o público mais atingido pelos surtos de 2019. A iniciativa começou na capital e será estendida para cinco municípios da Grande São Paulo onde o vírus circula atualmente: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Guarulhos e Osasco.

A adesão dos paulistanos tem sido baixa. A meta no início da campanha era proteger 2,9 milhões de indivíduos. O balanço mais recente mostra que só 47 mil se vacinaram.

E, apesar das campanhas, cabe ressaltar que a vacina está sempre disponível para o público-alvo determinado pelo Ministério da Saúde.

Qual a diferença entre os sintomas da gripe e da dengue?

Postado por admin em 08/jul/2019 - Sem Comentários

As doenças, apesar de transmitidas de formas diferentes, podem ser confundidas por causa dos sintomas iniciais.

Se a dengue costuma reinar no verão, a gripe faz mais estragos no inverno. Mas a verdade é que, às vezes, os sintomas dessas duas doenças se confundem – pense em febre, náuseas e dores no corpo. O cenário fica mais nebuloso em situações como a de 2019, com aumento no número de infecções por dengue. Até junho, foram quase 600 mil casos e 366 mortes registrados, segundo o Ministério da Saúde. Mais de 1 milhão de episódios suspeitos estão em investigação.

E, quanto mais gente indo ao hospital com sinais suspeitos de dengue, maior a chance de confusão com a gripe. “O início dos sintomas é parecido. Estamos falando de febre, mal-estar, enjoo, dores de cabeça e no corpo”, elenca Kelem Chagas, imunologista e gerente médica da farmacêutica Sanofi Pasteur.

Essa semelhança atrapalha o diagnóstico. É comum que, nos primeiros dias, o quadro seja diagnosticado como virose (um termo mais genérico) no pronto-socorro. Conforme o quadro evolui, as diferenças geralmente ficam mais claras.
Como distinguir a dengue da gripe
As duas são causadas por vírus que derrubam o organismo inteiro. Só que, depois dos primeiros dias de incômodos, a gripe tende a causar uma febre mais alta. Também surgem os sintomas respiratórios: tosse, dor no peito e dificuldade para respirar.

Já a dengue provoca dores nas articulações, problemas gastrointestinais, inchaço, erupções e coceira na pele, além da queda no nível de plaquetas do sangue (o que leva aos sangramentos que caracterizam sua versão mais grave). Problemas respiratórios também podem dar as caras, mas são mais raros.

Para evitar qualquer confusão, o médico deve fazer uma investigação atenta sobre as queixas do paciente e eventualmente solicitar exames laboratoriais. Cada enfermidade tem o seu.

O teste que detecta o vírus influenza, causador da gripe, é rápido e pode ser feito até mesmo em alguns consultórios. O da dengue exige uma análise mais complexa do sangue.

“Fazer essa diferenciação é importante porque, quanto mais cedo começa o tratamento da gripe com antivirais, melhor é a evolução do quadro”, destaca Kelem.

Não existem remédios específicos para a dengue, mas há vários fármacos contraindicados em casos suspeitos. Está aí outro bom motivo para esclarecer qual é o vírus desencadeando os estragos.

A confusão é comum

Em 2015, um estudo conduzido em El Salvador avaliou 121 indivíduos internados com suspeita de dengue e descobriu que só 28% tinham a doença. Do total, 19% na verdade estava sofrendo com os ataques do vírus influenza.

O que justifica o aumento da dengue
“Em 2019, tivemos um início um pouco tardio da epidemia e nosso inverno está bastante quente”, explica Kelem. “Fora isso, os dados mostram que há mais de um tipo de vírus da dengue em circulação, o que ajuda a estender um pouco o período de surto”, completa a médica.

Por último, um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sugere que o Aedes aegypti, mosquito que transmite a doença, está mais resistente a inseticidas. A investigação foi realizada em 146 cidades brasileiras e mostrou que as larvas e os insetos adultos da espécie estão menos suscetíveis do que antes aos venenos aplicados pelas prefeituras.

Brasil registra 410 mortes por doenças ligadas ao Aedes Aegypti neste ano.

Postado por admin em 01/jul/2019 - Sem Comentários

Balanço do Ministério da Saúde mostra que zika, dengue e chikungunya avançam no País; número é quase três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.
151 pessoas não resistiram às complicações provocadas pelas infecções. A exemplo do número de mortes, avançam no País os registros de casos das três doenças. Até o dia 15, foi contabilizado 1,192 milhão de casos prováveis de dengue, 6,7 vezes mais do que no mesmo período do ano passado. No caso da chikungunya, o aumento foi de 11,9% no período. Até agora, foram 71.079 casos. A zika seguiu a mesma tendência. Foram 7.530 casos, um aumento de 28% em relação a 2018.

Vários Estados do País registram epidemia de dengue. Em Minas, a relação é de 1.901 casos a cada 100 mil habitantes. Em Goiás, a proporção é de 1.294,7 a cada 100 mil, seguido pelo Espírito Santo (1038 casos por 100 mil) e por Tocantins (990,5 casos/100 mil hab.). Os números também despertam preocupação em São Paulo (854,1 casos/100 mil hab.), Distrito Federal (808,7 casos/100 mil hab.) e Acre (565 casos/100 mil hab.)

A chikungunya, por sua vez, afeta sobretudo o Sudeste e Norte. Os maiores registros são no Rio de Janeiro (291,7 casos/100 mil hab.), Rio Grande do Norte (82,4 casos/100 mil hab.) e Pará (37,0 casos/100 mil hab.). O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber, afirmou haver um risco de que a tendência de aumento de casos da doença se repita no próximo ano, daí a necessidade de se reforçar medidas de prevenção.

Ao apresentar os números, o Ministério da Saúde afirmou que as ações combate ao mosquito são permanentes e tratadas como prioridade. Este ano, no entanto, houve falta de inseticida usado no fumacê. Cerca de 323 mil litros de malathion comprado por meio da Organização Pan-Americana de Saúde perderam a validade e não podem ser usados. Além disso, 80 mil litros que se encontram nos estoques dos Estados, também vencidos, aos poucos estão sendo substituídos. Numa reunião hoje com representantes de secretários estaduais e municipais de saúde, o secretário afirmou que as trocas são realizadas apenas de produtos que já estão vencidos. Não serão fornecidos produtos para unidades que já estão com estoques reduzidos, mas com prazo ainda válido. Novas remessas, completou, serão feitas apenas com inseticidas adquiridos em novas compras.

Periodicamente, os inseticidas usados para fazer o fumacê são trocados, para evitar que o mosquito desenvolva resistência ao produto. A definição do repertório de inseticidas é feita pela Organização Mundial da Saúde. Kleber informou que as novas compras envolverão produtos mais seguros para os trabalhadores que realizam a aplicação.

Estados e municípios resistiram em usar o inseticida malathion, fornecido pela empresa Bayer à OPAS. As queixas mais comuns eram de que o produto empedra, o que acaba provocando dificuldades na aplicação. Há ainda relatos de vazamentos do produto, provocados justamente por inconformidades. Kleber informou que há duas semanas, o Ministério da Saúde foi comunicado sobre o vazamento do produto em Tocantins e Rondônia. Parte do produto já foi recolhida pela Bayer. De acordo com Kleber, está em curso uma negociação para que o produto seja substituído por outro, com prazo de validade correto e sem inconformidades. Outra possibilidade é de que, em vez de novas remessas para substituição do malathion, o governo obtenha créditos da empresa, que poderiam ser usados em compras futuras de outros produtos.

Kleber admitiu que, embora inseticidas não sejam a única arma para o combate ao mosquito, estoques têm de ser regularizados.

Quais são os sintomas da febre maculosa?

Postado por admin em 10/jun/2019 - Sem Comentários

Os recentes casos de febre maculosa têm feito muita gente se perguntar quais são os sintomas da doença. Causada pela picada de carrapatos-estrela infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii, seu quadro inicial é caracterizado por febre alta, dor de cabeça, no corpo e perto dos olhos, enjoo, vômito, diarreia e falta de apetite. Tudo isso seguido do aparecimento de manchas no corpo.

“As manchas podem fazer com que haja suspeita de dengue, mas na febre maculosa elas surgem nas palmas das mãos e na sola dos pés”, diferencia a infectologista Cláudia Murta, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim).

Também conhecido como micuim, o carrapato responsável pela chateação é encontrado normalmente em capivaras, bois e cavalos. Ele se contamina com a Rickettsia rickettsii ao picar animais infectados. “A febre maculosa acontece em vários lugares do Brasil, mas principalmente na Bahia e na região Sudeste”, acrescenta Cláudia.

A bactéria cai na corrente sanguínea, ocasionando manifestações generalizadas. “As principais complicações ocorrem quando há o acometimento de fígado e rins, gerando hemorragia e problemas renais”, alerta a infectologista.

O aracnídeo precisa passar quatro horas preso na pele para contagiar o indivíduo. Os sintomas aparecem de dois dias a duas semanas após a picada. Embora qualquer um possa ser alvo, crianças, idosos e portadores de doenças crônicas sofrem mais com as complicações.

Do diagnóstico ao tratamento
Cláudia lembra que, como os sinais do quadro inicial se assemelham muito aos de outros problemas, como a dengue, o paciente precisa falar para o médico se ele esteve em áreas com infestação de carrapatos.

“É importante que a pessoa procure auxílio no início, porque a chance de cura é alta. E a taxa de mortalidade para os casos que não são tratados em nenhum momento varia de 40% a 60%”, informa Cláudia.

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e epidemiológica. “Também é feito um exame de sangue específico, mas que não fica pronto no mesmo dia. Então, o médico começa o tratamento antes mesmo de o resultado sair”, afirma a profissional da SBI.

Para curar o paciente, é receitado antibiótico oral de dez a 14 dias. “Os casos mais leves são tratados em casa e, os mais graves, no hospital, para que sejam avaliados”, complementa a expert.

Xô aedes aegypti !!!

Postado por admin em 23/maio/2019 - Sem Comentários

mosquito

Mosquito Aedes Aegypti

O MOSQUITO

Aedes Aegypti é o mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya, zika vírus e da febre amarela urbana. Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produz é praticamente inaudível ao ser humano.

O macho, como de qualquer espécie de mosquito, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos às superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. No momento da postura são brancos, mas logo se tornam negros e brilhantes.

Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos. Se forem postos por uma fêmea contaminada pelo vírus da dengue, ao completarem seu ciclo evolutivo, transmitirão a doença.

Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco menos de 30 minutos. Em um período que varia entre sete e nove dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito: ovo, larva, pupa e adubo.

ciclo mosquito

O Aedes Aegypti põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva, como pneus. O mosquito pode procurar ainda criadouros naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores.

É um mosquito urbano, embora tenha sido encontrado na zona rural, para onde foram levados em recipientes que continham ovos e larvas. Próprio das regiões tropical e subtropical, não resiste a baixas temperaturas presentes em altitudes elevadas.

Estudos demonstram que, uma vez infectada – e isso pode ocorrer em uma única inseminação -, a fêmea transmitirá o vírus por toda a vida, havendo a possibilidade de, pelo menos, parte de suas descendentes já nascerem portadoras do vírus.

As fêmeas preferem o sangue humano como fonte de proteína ao de qualquer outro animal vertebrado. Atacam de manhãzinha ou ao entardecer. Sua saliva possui uma substância anestésica, que torna quase indolor a picada. Tanto a fêmea quanto os machos abrigam-se dentro das casas ou nos terrenos ao redor.

DENGUE
De origem espanhola, a palavra significa “manha”, “melindre”, estado em que se encontra a pessoas doente.

É uma doença infecciosa febril aguda que pode se apresentar de forma benigna ou grave. Isso vai depender de diversos fatores, entes eles: o vírus e a cepa envolvidos, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme).

A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti. Não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

O doente deve apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.

É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose, e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.

FEBRE CHIKUNGUNYA
Também transmitida pela fêmea do mosquito Aedes Aegypti, foi identificada pela primeira vez na Tanzânia, em 1952. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, desde 2005 quase 2 milhões de casos foram informados na Índia, na Indonésia, nas Maldivas, em Mianmar e na Tailândia. Houveram epidemias da doença na ilha francesa de Reunião, a leste de Madagascar, em 2006, e no norte da Itália em 2007.

Em 2004, cerca de 60% dos habitantes da ilha Reunião, um departamento francês no Oceano Índico, foi infectado. A doença deixou a população debilitada e afetou gravemente a economia. Ninguém podia sair de casa para trabalhar, estudar ou consumir. Houveram 266 mil casos e apenas 256 mortes – o que significa uma taxa de letalidade de 0,1%. Mais tarde, na epidemia indiana de 2006, houveram 1,3 milhão de casos e nenhuma morte. Os caribenhos, acostumados às agressões do vírus, dizem que o Chikungunya não mata, mas aleija.

Os sintomas da Chikungunya são:

Febre – Alta e de início imediato. Quase sempre ocorre.
Dores nas Articulações – Dores intensas e presentes em quase 90% dos casos.
Manchas na Pele – Podem ocorrer nas primeiras 48 horas
Coceira – Ocorre em 50% e 80% dos casos e com intensidade leve.
Vermelhidão nos Olhos – Pode ocorrer.

ZIKA VÍRUS
Também transmitida pela fêmea do mosquito Aedes Aegypti, é um arbovírus transmitido por artrópodes, como os insetos. Conhecido pela sigla ZIKV é parente dos causadores de outras doenças, como a dengue, a febre amarela e a febre ocidental do Nilo.

Originária da Floresta Zika, na Uganda, foi isolado em macacos Rhesus em 1947, pela equipe do cientista GW Dick. Por 50 anos, o vírus causou surtos esporádicos e poucos casos em humanos eram conhecidos.

No Brasil, no começo de 2015 autoridades da saúde de Natal, no Rio Grande do Norte, notaram a presença de uma síndrome que lembrava os sintomas da dengue. Os exames sorológicos deram negativo para o vírus da dengue e da febre chikungunya. Em março, o Instituto Oswaldo Cruz analisou amostras de sangue de pacientes com a síndrome e identificaram o Zika Vírus. A genética do vírus encontrado em pacientes brasileiros sugere que ele é o mesmo que causou epidemias nas ilhas do Pacífico. Os pesquisadores da Fiocruz, autores do estudo que identificou os primeiros casos de transmissão no Brasil, sugerem que uma possível explicação para a entrada do Zika no país tenha sido a presença de turistas durante a Copa de Mundo de 2014.

A maioria dos é assintomática, mas às vezes o vírus pode causar dor de cabeça e nas articulações, vermelhidão e dor atrás dos olhos, febre baixa por 3 a 7 dias, vômitos, manchas vermelhas e coceiras.

7 CURIOSIDADES SOBRE O AEDES AEGYPTI E COMO FAZER SUA PARTE PARA SE LIVRAR DO MOSQUITO

Veja a lista com as curiosidades sobre o Aedes Aegypti e como se prevenir, evitando as doenças acima descritas:

1. As fêmeas do mosquito são as únicas que picam os humanos, pois precisam do sangue para maturar seus ovos;
2. Elas, geralmente, preferem picar pessoas que usam cores escuras e possuem alguns odores, como chulé;
3. As fêmeas também são capazes de botar até 500 ovos e picar 300 pessoas durante a vida, que dura de 30 a 45 dias;
4. O Aedes Aegypti tem atuação mais intensa das 08:00 às 16:00 horas, pois é totalmente doméstico e adaptado aos hábitos dos seres humanos;
5. As mulheres são mais vulneráveis às picadas do mosquito, devido ao vestuário que deixa partes do corpo mais expostas, como vestidos e saias;
6. Ambiente da casa úmidos, escuros e sombreados são os preferidos do Aedes Aegypti;
7. O Aedes põe seus ovos em água parada em qualquer local por mais de três dias, limpa ou suja.

PREVENÇÃO CONTRA O AEDES AEGYPTI

A melhor forma de evitar que o mosquito se prolifere e transmita doenças é o combate à água parada. O mosquito coloca em risco a saúde de toda a comunidade. Por isso, faça sua parte vistoriando o seu quintal e dentro de sua casa.

CHECK LIST CONTRA O AEDES EGYPTI

Aparadores de água de filtro Escoadouros de áreas externas Área de descarte de sacos de lixo
Hortas e vasos em janelas e sacadas Bandejas de ar condicionado Caixas d’água sem tampa
Banheiros/Instalações sanitárias Lonas de cobertura Marquises e telhados
Piscinas, fontes e espelhos d’água Depósitos de água Sucatas
Reservatórios de água Caixas de passagem de água Lajes
Casas de máquina de elevadores Tanques, pias e ralos Geral de áreas externas
Muros com cacos de vidro Calhas Objetos abandonados no tempo

EXAMES E PROCEDIMENTOS COBERTOS PELOS PLANOS DE SAÚDE

DENGUE
Os testes rápidos, a sorologia Elisa (IgG e IgM) e o Antígeno NS1 têm cobertura obrigatória prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Além desses, outros exames complementares também podem ser utilizados para o diagnóstico da dengue e são cobertos pelos planos, como: hemograma, contagem de plaquetas, prova do laço, dosagem de albumina sérica e transaminases, além de radiografia de tórax, ultrassonografia de abdome e outros exames, conforme necessidade (glicose, ureia, creatinina, eletrólitos, gasometria, TPAE e ecocardiograma). Os exames têm cobertura obrigatória para todos os beneficiários de planos de saúde, sem restrições.

ZIKA VÍRUS
Os exames devem ser assegurados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika. Os exames previstos são o PCR (Polymerase Chain Reaction), para detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IgM, que identifica anticorpos na corrente sanguínea; e o IgG, para verificar se a pessoa já teve contato com zika em algum momento da vida. Os exames têm cobertura obrigatória apenas para os beneficiários de planos de saúde citados acima.

CHIKUNGUNYA
A sorologia Elisa (IgG e IgM) têm cobertura obrigatória, prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, para todos os beneficiários de planos de saúde, sem restrições.

 

aspectos clinicos da dengue

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